segunda-feira, 11 de maio de 2009

O Tetra e a Crise da Democracia

O FCP consegue o tetra! Devia dar os parabéns?
Que tem isto a ver com democracia?
Há quem diga que a democracia está em crise! Há quem diga que por mais que se apite, por mais que os apitos sejam desta ou daquela cor, que o apito seja final ou inicial, a corrupção e o tráfico de influências não podem ser banidos.
Os bandidos usam de técnicas e tecnologias cada vez dissimuladas e indetectáveis.
Muitas vezes é a própria lei e as regulamentações que favorecem (veja-se o caso dos partidos politicos que podem receber muito mais em dinheiro vivo).
É a democracia o melhor sistema politico?
Essa é uma pergunta que deveria ser proibido fazer. Obviamente é.
Mas a liberdade que temos, que deveria tender para o conceito igualdade, afasta-se, e cria muitos atropelos, muita injustiça, abre caminho para a sobreposição, para a corrupção.
Eu sou livre, sou livre de usar todos os meios para chegar aos fins que pretendo.
Quando necessário uso a lei, por vezes mudo a lei e quando não é possível, contorno ou infrinjo, na certeza de que sendo um todo poderoso não corro o mínimo risco.
É nesta linha que os casos da justiça mais mediáticos dos últimos tempos decorrem e vão ter os seus epilogos.
Impunidade.
Aí atacamos mais forte que nunca, ao lado da lei, atrás da lei, enfrentando a lei, infringindo a lei, ...
O apito final... impunidade e ... tetra.
O Paulo Bento bem denunciou... pecou por denunciar apenas os casos dos jogos em que o Sporting esteve envolvido, devia ter ido mais longe e apontar os casos que envolveram o caminho para o tetra.
Se queres titulos o que se aconselha (e tal coisa não se deve, nem se pode aconselhar) é mudar de clube, sair debaixo das asas dos «viscondes» maiores em honestidade.
Se houvesse campeonato da honestidade serias campeão, mas o que vale... são os pontos conquistados no fim, com tramóias e tudo à mistura.
Se como provaram os casos do apito dourado e final se compram jogos com equipas pequenas em que a probabilidade já é vencer esses jogos, o que não se fará com as equipas grandes?
As equipas sensação que se cuidem, nos momentos certos o dragão ataca (os jogadores nucleares prometendo contratos milionários). A maior parte das vezes contrata esses jogadores e nunca chegam a vestir a camisola do FCP.
Mas o nogórdio da questão é o controlo total e absoluto da formação e designação dos árbitros.
O árbitro certo no dia certo ...
Assim, temos estádios vazios, pessoas a desligar-se cada vez mais do desporto rei... nada é por acaso!!

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Roteiro do Românico ao Concelho de Chaves





O Fórum Galaico Transmontano vai promover no próximo dia 25 de Abril de 2009 (sábado) a realização de um roteiro temático dedicado ao estilo Românico, no concelho de Chaves.

Eis o percurso:

9:15 h - Saída - Concentração junto às Termas de Chaves
10:00 h -Visita à Igreja de Santa Leocádia
11:00 h - Visita à Igreja de Santa Maria de Moreiras
12:00 h - Visita à Igreja de Santiago de Nogueira da Montanha
13:15 h - Almoço no Restaurante Retornado, com ementa regional
15:00 h - Visita à Igreja de Nossa Senhora da Azinheira
16:00 h - Visita à Capela de Santa Comba na Granjinha
16:45 h - Visita à Igreja de Santa Maria Maior
17:00 h - Chegada as Termas de Chaves.


O Fórum tem o prazer de convidar todos os interessados a inscreverem-se.

Preço: Sócios - 17,00 euros Não sócios - 20,00 euros
(O preço inclui o pagamento do transporte e almoço)
Contacto: Telemóveis: 967118617 (Luís Carvalho), 936065353 (Faustino)

E-mail:
forum.galaico.transmontano@gmail.com

terça-feira, 14 de abril de 2009

quinta-feira, 12 de março de 2009

Novo Fórum em Chaves

É novidade…
Não, não é dos romanos; não, não se trata de um novo achado arqueológico na cidade! É sim algo de novo, algo que nasceu, mas que importava ser criado. Havia uma lacuna e havia que ser colmatada.
Surgiu como uma ideia.
Um grupo de mentores gizou, preparou o caminho até chegar o dia, em que viu a luz, até chegar este dia, em que é apresentada à sociedade. Um Fórum, uma equipa multidisciplinar.
Faz falta. Vai ocupar um lugar que é seu, não é de minguem, por isso, não há o problema de gerar incompatibilidades.
Surgiu no decurso de uma acção de trabalho, num núcleo de professores da cidade, assume uma trajectória e objectivos definidos. Ligação intima com as escolas, tão intima como o feedback que se deseja com a cidade. Não é uma sociedade fechada, está aberta à integração de novos membros, assim, será mais rica.
Há uma lógica de intervenção cultural, de defesa e protecção do património (cultural, imaterial, natural, …) legado pelas gerações que passaram e que importa legar às gerações futuras, essas que ainda não vieram, mas que hão-de vir, e nesse momento, certamente gostarão de saber de onde vieram.
Reclama-se, acima de tudo, independência, não havendo pretensão de colidir com ninguém.
É um Fórum, o FÓRUM GALÁICO – TRANSMONTANO. E porquê? Tem a nossa raiz, transmontana, pretendemos intervir a jeitos de um Fórum, um espaço livre, de discussão de ideias, de crescimento individual e social. Algo produtivo. E nesta época de valorização das regiões interfronteiriças, a própria afirmação da eurocidade Chaves – Verin levou-nos à cogitação, à tentação. Vamos alargar horizontes, atravessar a fronteira, vamos também ao lado de lá. Há afinidades, há identidade.

Fundadores do Fórum: Maria Assunção Morais; José Alfredo Faustino; Luís Carvalho; Luís Geraldes; Fernando Castro; Fernando Pinto; Maria Cortinhas; Natália Gonçalves; Manuela Borba; Glória Santos; Paulo Lage.

segunda-feira, 9 de março de 2009

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Identidade

Sempre pareceu importante defender a nossa identidade.
Não apenas de um ponto de vista individual, mas acima de tudo, colectivo.
A identidade é o conjunto de marcas e de caracteres que fazem de um ser (individual ou colectivo) únicos.
Esse traço essa marca distinguem. É um atributo de valor.
Mas se pensarmos bem. o português, o povo português, qual a sua identidade, quais as marcas, os traços que o distinguem como uma identidade que deve subsistir. Que valores eleva?
Quase parece que nos dias que correm, a ter alguma identidade, não assenta em nada substancial, em tempo de crise, mais parece, que tudo de bom debandou, parece mais a ausência da moralidade e de ética.
Tanto nas acções, como nas ideias, a crise chegou, e parece instalada e para ficar.
Talvez faça parte da nossa identidade fugir das responsabilidades (embora não acredite que isso possa ser possível);
...

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Caem as Máscaras

É incomodo! Então é como se não existisse. Contorna-se o problema, não existe, logo está tudo bem.
Porém, as máscaras começaram a cair. A tendência é mesmo a situação piorar, na medida que o tempo passa, que nos aproximamos do desfecho final.
O desfecho final, previsivelmente, vai custar... amizades, silêncios, conflitos abertos, ... mudanças. Mudanças desejadas, mudanças enfim manifestadas... afinal o lado certo era...
É o tempo dos oportunistas, daqueles que sem escrupulos, se aproveitam (da falta de coragem, de fraquezas, mesmo do trabalho dos outros).
As máscaras caem: o governo está cada vez mais fragilizado, não sei qual será o milagre desta vez, estatisticas da OCDE não, Magalhães não, tudo isso já foi chão que deu uvas.
Insistir na chantagem e ameaça sobre os professores? é uma possibilidade, mas aí acabarão por cair os resto das máscaras. Também nas escolas as posições estão definidas.
Coerência com atitudes tomadas anteriormente. Manifestações, concentrações, greves, muita despesa, para quê? Pactuar agora? Vacilar quando estamos quase no fim da ponte? Não. Temos objectivos.
Por isso não somos oportunistas. Nada de entregar objectivos individuais. Muita gente quando chegar ao fim este processo e constatar que o golpe não resultou, vai ter desejado ter demonstrado mais carácter e convicção... mas terá que se remeter ao silêncio!!
Há quem diga: pedras no sapato! mas que fique, a nossa guerra não é contra os colegas... os objectivos são por uma avaliação justa... dos professores, mas neste caso, mais do que nunca, dos nossos governantes.