domingo, 7 de fevereiro de 2010

Port - au - Prince, Sodoma e Gomorra do Séc. XXI

Uma catástrofe de dimensões bíblicas a lembrar o famoso episódio da destruição de SOdoma e GOmorra, como consequência dos pecados (erros) da população dessas cidades. Também agora os pecados pagaram-se caro e os erros dos Homens ditaram a quase erradicação do mapa da capital do HAiti.
Um muito pobre da América Central, mas cuja pobreza também assenta num conjunto de erros de governação.
Devastação dos recursos naturais, a começar pela desflorestação, aprfundaram fenómenos erosivos que tiveram como condão provocar o empobrecimento dos solos, com os subsequentes reflexos na diminuição da produtividade agrícola. Passando fome, porque a terra deixou de alimentar, a solução foi... procurar solução na capital já de si sobrelotada... daí a uma construção caótica, fora da lei, sem condições mínimas (nomeadamente de segurança e segurança contra sismos) foi um pequeno passo. Pecados demasiados...
Há muito que ali não se registavam sismos de grande magnitude ou intensidade (o que mais preocupa - pela frequência até são os furacões) - o último com grande expressão até foi registado no século XVIII, por altura do grande sismo de Lisboa. Porém, um abalo de 7 pontos na escala de Richter, seguido de muitas réplicas, muitas delas também de grande intensidade, marcaram para sempre a vida dos pobres cidadão de Port - au -Prince. 200 000 mortes, intensas como o sismo as campanhas de solidariedade e humanismo, destruição familias destroçadas, desfeitas, ...
Dizem muitos correspondentes, muito pior que os piores cenários de guerra.
Foi Deus, foram os Homens?
A esperança sempre brilha nesta hora de trevas! muitas vitimas regatadas, inclusive, depois de 15 dias debaixo de escombros foi retirada vida, ... muitos episódios de resistência, de fé, mas de vida.
ESta, a vida continuará, Port- au - Prince renascerá, pelo esforço dos Homens...
O futuro... sempre com esperança e optimismo.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Bom 2o10

Estamos em Janeiro, já passaram os Reis, estamos, aliás, com o mês, não tarda nada passado, mas como, não tem sido possível proceder a muitas actualizações, serve ainda para desejar um Excelente ano novo de 2010 a todos. Que aS crises não queiram nada connosco, crises de nenhum tipo! Seria um óptimo ano, se ... tivessemos tudo de bom, tudo com que sonhamos...

domingo, 13 de dezembro de 2009

Copenhaga

Rever Quioto ou ir mais longe?
Os sinais de alarme sobre o estado do ambiente no mundo remontam aos principios dos anos 70. Desde essa altura que foi possivel investigar, testar, avaliar, observar, comparar. Há por isso dados concretos em cima da mesa, sabe-se o que está em jogo. Ambiente e sustentabilidade (o nosso futuro) e economia e desenvolvimento (emprego, conforto, riqueza) estão nos pratos da balança. O que fazer? Ser radical e apostar definitivamente no ambiente e na sustentabilidade, ou tentar encontrar uma fase de transição e apostar num modelo de equilibrio entre os pratos da balança.
Os estudos que surgiram e vieram baralhar as contas afirmando que a questão do aquecimento global corresponde a ciclos naturais e terá pouco a ver com as gigantescas emissões de poluentes resultantes das actividades humanas. Encomenda dos interesses económicos (de quem polui e lucra com isso)? E que lucra se forem criadas soluções de equílibrio porque à sucapa sempre poderão contornar ou mesmo infrigir as regras (negociar quotas, comprar quotas, vender poluição, ...).
Os custos imediatos poderão ser elevados, mas os benefícios a curto, médio e longo prazo serão, diria, inumeráveis (ambiente, saúde, ...).
Deveriamos apostar no ambiente, sem qualquer dúvidas.